Profissionais falam sobre o futuro do setor áudio visual, para o público infantil.

Transcrição

Beth Carmona; Diretora – ComKids -O Comkids hoje já virou um movimento, na verdade é um ponto de encontro de pessoas que querem, produzir, pensar, refletir, escrever, criar para as crianças.

Aída Queiroz; Diretora – Festival Anima Mundi-Hoje a gente vê um crescimento no mercado grande, essa questão da produção de animação, principalmente séries para Tv brasileiros né, que já alcançam uma distribuição grande em vários países, qual a produção, coisas que era impensável em 10, 15 nos atrás.

Glauber Piva; Diretor – Ancine – O áudio visual pra criança e adolescente no Brasil é crescente, visivelmente. Qual é o nosso problema? A produção brasileira para cinema ainda é pequena,mas, produção para televisão é cada vez maior.

Paula Taborda; Ger. de conteúdo e Programação – Gloob – Acho que a gente precisa, são histórias diferentes, como a gente vai pegar essa criança. Essa criança nasce hoje conectada com várias telas, ela pega televisão e ela já passa o dedo, achando que a imagem vai passar, como passa um Ipad um Iphone, então assim, como resgatar essa criança? É muito difícil.

Luiza Lins; Dir. Geral – Mostra de Cinema Infantil – A dica que eu do, para quem quer começar a trabalhar com cinema para criança, com áudio visual para crianças, é assistir muitos filmes, de várias partes do mundo, várias parte do Brasil, não ter preconceito, e começar a entrar em contato com a sua criança, o que você quer exibir para as crianças, o que você quer levar para as crianças, acho que quanto mais verdadeiro for, você vai conseguir atingir o coração e o público infantil.

César Obeid; Escritor – Eu quando com criança eu falo da mesma maneira quando eu falo com adulto, eu tenho profundo respeito com meu público, que é o infanto-juvenil, porque as crianças de 3 anos, tem uma compreensão do mundo, tem angústia, tem alegria como a gente.