Palestrantes falam sobre o momento das redes sociais.

Transcrição

João Pedro Braconi, Diretor de Planejamento, Media Education: O Social Media Brasil é um evento com foco nas mídias sociais e marketing digital.

Ana Maria Brambilla, Editora de Mídias Sociais, Editora Globo: Lidar com a legitimidade hoje em dia nas redes sociais é um desafio constante especialmente para os jornalistas.

Alec Duarte, Coordenador e Professor, FAAP: Muita gente questiona a veracidade das informações que estão circulando em mídias sociais. E eu sempre contra-ataco com: E os erros das mídias tradicionais que são tão frequentes e existem desde Gutemberg? Ninguem faz nada?

Ana Paula Kuroki Borges, Sócia-Diretora, Limo Inc: A evolução das redes é a noção que as pessoas vão poder adquirir disso. O poder que ela tem não só como meio de comunicação, mas um meio de pertencer e exercer a cidadania.

Nanni Rios, Editora de Mídias Sociais, L&PM Editores: Conteúdo e engajamento é o que tem, é esqueleto, carne, nervos, é disso que é feito as mídias sociais. Não tem outro jeito de trabalhar, seja qual for o tamanho da marca ou do público, não tem outra forma de trabalhar se não com conteúdo e engajamento.

Julian Lopes, Diretor de Comunicação, Julice Boulangére: Sou a favor dos perfis humanizados, que eles tenham alma e dedicação, porque para isso é preciso que eles tenham muito tempo e dedicação para que você entenda muito bem o cliente, o consumidor e faça essa ponte muito bem feita.

Diego Monteiro, Co-Fundador, Scup: Cada negócio, cada momento de uma marca tem que ser construídas metas específicas e esse é o grande desafio, porque mídias sociais é algo bem personalizado. São relações humanas que você não consegue produtificar, parametrizar, colocar em massa, você tem que definir caso a caso, empresa a empresa, qual método é importante para ela.

Mariana Corrêa de Oliveira, Supervisora de Monitoramento, Ogilvy: O monitoramento não é verdade absoluta. Não é ele que vai dizer se você vai contratar a Beyonce ou a Carolina Dieckmann. Ele vai ser uma linha de tendência que em complementação com várias outras métricas e diferenças vão te trazer mais informações sobre o caminho que você deve seguir, é para digerir um pouco mais seguro.

Natália Martins Mateus, Sócia Fundadora, Presença Online: Uma coisa que a gente tem que tomar cuidado com essa moda de redes sociais é porque um influenciador que a gente considera um hub, uma pessoa que influencia pessoas, apesar de parecer que ela conhece muitas pessoas e tem uma rede muito grande pode ser algo forjado.

Felipe Klerk Signorini, Desenvolvedor de Soluções Online: Toda rede social é controlada por computadores, e existe ainda a possibilidade de você dar permissão aos computadores para fazer ações de perfis. Com isso, um bom programador pode fazer qualquer coisa, ele consegue comandar computadores e executar ações de perfis e aí você manipula a quantidade de “curtir”, a quantidade de seguidores.

Gustavo Jreige, Diretor de Criatividade, Agência Pólvora!: A tendência é que essa mídia fique cada vez mais mobile e que a gente tenha cada vez mais check in nas coisas, então eu vou dar check in onde eu como, para onde eu vou, no que eu assisto e não necessariamente através do jeito de check in que a gente conhece hoje.

Dudu Fraga, Sócio Presidente, Talk Inc: E a grande pergunta é qual é a rede social de mobile, porque o Facebook não é uma rede social de mobile, e sim de desktop. O Instagr.am é uma rede social baseada em mobile, mas com foto. Qual é a próxima rede, qual vai ser o Facebook do mobile?

João Pedro Braconi, Diretor de Planejamento, Media Education: Esse mercado está crescendo, está exportando gente, conhecimento e está aparecendo cada vez mais. O Brasil hoje é o centro das atenções e deve continuar por um bom tempo.