Profissionais falam sobre o desenvolvimento das Smarts TV no Brasil.

Transcrição

Fernando Lauterjung; Editor – Tela Viva – O evento ele reuni fabricantes de televisão, desenvolvedores de aplicativos, grupo de mídia, as agências de publicidades e os anunciantes, em um debate sobre o futuro das smarts tv como mídia.

Marcelo Varon; Gerente de internet e Vídeo – Sony – O consumidor não está mais preso a programação linear da TV. Ele assiste o que ele quiser, na hora que ele quiser. As emissoras já estão entendendo, e já estão indo atrás desse tipo de parceria, desse tipo de distribuição de conteúdo e estão vendo bons frutos.

Marcelo Natalo; Gerente de Conteúdo Smart TV – Samsung – A tendência do mercado, é que cada vez mais nós tenhamos novos tipos de aplicativos que interajam entre si, que você tenha ligação muito forte, entre o conteúdo linear, as emissoras de tv ou os canais de tv por assinatura com o conteúdo on line, com os aplicativos que a gente têm, dentro da TV.

Milton Neto; Gerente Geral de Smart TV – LG – Que a gente vai cada vez mais as pessoas comentando e utilizando da plataforma. E quando a gente fala de conteúdo seria conteúdo de nicho, que eu acho que esse é o grande propósito quando a gente fala de tv conectada, quando a gente fala de aplicativo, ou qualquer outro conteúdo específico.

Albert Mombarg; Head de Smart TV – TP Vision – As principais marcas agora estão integrando a experiência d TV para os tablets e telefones. Todos nós temos telefones em nossos bolsos e tablets nas mesas de nossas cozinhas. Então você verá ainda mais aplicativos convergendo múltiplas plataformas com diversas possibilidade de interação. Então imagine que você tenha suas fotos no seu celular. Você os transfere para a televisão ou armazena e seu sistema para acessá-los em seu tablet mais tarde.

Diego Higgins; Head de Mobile e Connected TV – Yahoo! – A indústria está começando a criar standets, para facilitar o desenvolvimento, que isso realmente hoje é algo que todos os desenvolvedores têm um grande problema. A ideia é a gente vê muitos movimentos de grupos de fabricantes, ou grupos de plataformas para tentar facilitar a vida.

Claudia Woods; Presidente – NetMovies – Quando a gente olha para o mercado, a gente já ve um movimento dos fabricantes tentando unificar as suas plataformas, as suas linguagens para simplificar a vida do desenvolvedor das empresas que precisam estar embarcadas nas televisões e essa realmente é a tendência.

Ana Nubie; Agência Click Isobar – Acho que a T interativa ainda é muito pequena, ela carece de dados de audiência mais precisos para que a gente possa investir mais, mas, com certeza a medida que esses dados estiverem disponiveis eu tenho certeza que ela disputar uma fatia significativa do bolo publicitário.

Lilian Viana; Gerente de Inovação – Terra – Então quando a gente fala de tv conectada, quando a gente está juntando as duas coisas, a internet e a éTv, eu vejo ai uma complementariedade, talvez não uma disputa, mas, sim uma complementariedade onde o próprio anunciante vai dizer, como ele quer investir e onde investir.

Salustiano Fagundes; Presidente – HXD – Nós estamos trabalhando com uma nova mídia, novas oportunidades que essa mídia trás, então hoje o pouco que se experimenta, vários modelos já existentes, e o desafio é formatar modelos novos de negócios, eu acho que esse é um desafio interessante que o mercado vai equacionar nos próximos anos.

Fernando Lauterjung; Editor – Tela Viva – Em pouco tempo, todas as tvs vendidas no Brasil vão ter alguma forma de conexão, então acho que até a próxima olímpiada, a gente vai ter uma base que vai superar e muito da tv por assinatura no Brasil.